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Como a CIA mantém sua equipe de TI sob controle - 13/08/2008 12:47:38

Como a CIA mantém sua equipe de TI sob controle

A estratégia da Agência de Inteligência, ou o que o CIO pode revelar sobre ela, para garantir segurança
CIO (EUA)
Publicada em 07 de agosto de 2008 às 17h42

Esteja preparado para passar por uma série de exames minuciosos caso pretenda trabalhar no departamento de TI da Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos, afirma o CIO Al Tarasiuk. E eles não param depois de você obtiver a sua licença. “Uma vez dentro, você é freqüentemente investigado, mas é apenas parte do processo aqui”, diz Tarasiuk, que também é poligrafado regularmente, e ele não será mais específico sobre esse assunto. Para esses gerentes de TI sêniores, que são os usuários privilegiados e administram os sistemas, “certamente há mais exames”, diz Terasiuk. “É interessante: há tanta vigilância que uma pessoa normal pode achar estranho. Mas faz parte da missão”.

Há tanta informação secreta contida nos sistemas da CIA que a TI tem uma posição chave na segurança e na garantia que os funcionários da CIA não estão fazendo nada nefasto. Existe ainda a ameaça persistente de agências de inteligência estrangeiras tentarem invadir a rede da CIA e as bases de dados. “Nós temos um centro de ‘contrainteligência’ que nos ajuda com isso”, garante Tarasiuk. “Eles são muito preocupados com serviços de agências estrangeiras que estão interessadas em penetrar na CIA. Por conta disso, damos atenção especial ao que colocamos na rede.”

A rede da CIA não é diretamente conectada a internet. “Temos uma rede muito próxima que é conectada a uma rede corporativa de inteligência”, diz Terasiuk, “então eu não necessariamente tenho que me preocupar com hackers da internet tentando furar a segurança.”

Com o que ele realmente tem que se preocupar é com aqueles que têm acesso permitido à rede da CIA, mesmo que seja apenas uma visão dos computadores dos analistas da agência ou um espião descontente tentando vender informações para os oficiais do governo chinês. “Qualquer um que se logar em um de nossos sistemas sabe que está sendo auditado, e procuramos anomalias”, diz ele. “Sempre nos preocupamos com a possibilidade de um falsário entrar na rede. Mas ao pagaríamos.”

Quando questionado sobre o fato dos seres humanos serem tipicamente o elo mais fraco de qualquer sistema, Tarasiuk concorda. “Nada é perfeito. O sistema não é perfeito”, diz ele. “Alguns dos alertas podem ser resultados legítimos de coisas erradas, algumas podem ser falsos positivos. Mas o importante é que temos certeza que podemos detectar alguém fazendo algo de maneira maliciosa.”

 
 
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